Konda Marta denuncia venda de terrenos da empresa na Camama por funcionários do IGCA

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O Presidente do Conselho de Administração da empresa Konda Marta deu um ultimato aos indivíduos acusados ​​de terem terrenos ocupados pertencentes às camponesas, apresentando-se, alegadamente, como trabalhadores do Instituto Geográfico e Cadastral de Angola (IGCA).

A intervenção contou com a presença do administrador-adjunto da Área Técnica do Município da Camama, Paciência Curinge, do comandante da Polícia da Camama, do superintendente-chefe, Alexandre Minga e da inspectora Joana Audácia, comandante da Esquadra da Vila Kiaxi, em Luanda.

Segundo a empresa Konda Marta, terão ocorrido actos de demolição nos terrenos, alegadamente com recurso à força policial, numa acção que a empresa considera um possível abuso de poder e uma tentativa de apropriação de espaços em nome da IGCA.

A Konda Marta afirma possuir documentos que, segundo a empresa, comprovam a legitimidade da posse dos terrenos, documentos que foram apresentados durante a intervenção.

A empresa apelou ainda ao director do Instituto Geográfico e Cadastral de Angola (IGCA) para que se pronunciasse oficialmente sobre o caso e declarasse se os indivíduos previstos possuem, de facto, autorização ou legitimidade para intervir naquela área.

Em nota de imprensa, a Konda Marta refere que, enquanto não houver um pronunciamento oficial da instituição (IGCA), os camponeses “não permitem a permanência de terceiros nos terrenos”, defendendo que qualquer intervenção deve respeitar os documentos e os direitos legalmente constituídos.

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